domingo, 8 de dezembro de 2019
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Guitarra...
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| Elias Mathonse |
Hoje
deixo o futuro
no descanso
e sonho
que me tocas
quando olhas
para mim.
Maria José Meireles
Etiquetas:
2019,
Constantino Gonçalves,
Elias Mathonse
domingo, 1 de dezembro de 2019
PORTUGAL, LIVRE PRA SEMPRE.
Feito de suma importância
Varremos coa dependência
Do domínio Castelhano.
Mil quinhentos e oitenta
Mil seiscentos e quarenta
Sessenta anos d'inferno.
Surgiu a Restauração
Da nobre e Lusa Nação
De novo independente.
Comemora-se esse dia
O de hoje, com alegria
Portugal, livre pra sempre.
Devemos aos conjurados
Tão valentes e ousados
Unidos por fortes elos,
Por terem defenestrado
Num gesto bem ordenado
Esse traidor, Vasconcelos.
Somos hoje uma Nação
Que vivemos desde então
Ao nosso modo e jeito.
Por todos considerada
Cem por cento libertada *
Digna d'orgulho e respeito.
*Olivença, à parte.
Varremos coa dependência
Do domínio Castelhano.
Mil quinhentos e oitenta
Mil seiscentos e quarenta
Sessenta anos d'inferno.
Surgiu a Restauração
Da nobre e Lusa Nação
De novo independente.
Comemora-se esse dia
O de hoje, com alegria
Portugal, livre pra sempre.
Devemos aos conjurados
Tão valentes e ousados
Unidos por fortes elos,
Por terem defenestrado
Num gesto bem ordenado
Esse traidor, Vasconcelos.
Somos hoje uma Nação
Que vivemos desde então
Ao nosso modo e jeito.
Por todos considerada
Cem por cento libertada *
Digna d'orgulho e respeito.
*Olivença, à parte.
Carmindo Ramos
sábado, 30 de novembro de 2019
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
domingo, 24 de novembro de 2019
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Improviso para desesteriotipar...
Dizias de tudo o que te fazia vibrar
fossem cordas de uma harpa
ou de uma guitarra
ou de um violoncelo
que era romântico
e eu replicava sempre
nenhum adjectivo pertence às coisas
mas a cada um de nós
e tu ficavas confusa
porque não entendias
julgavas talvez
que as flores nascessem românticas
por força de uma lei qualquer
da natureza
um dia saberás que os adjectivos
são a única e exacta medida
da subjectividade
tudo o mais
repartimos com o universo.
Ademar
fossem cordas de uma harpa
ou de uma guitarra
ou de um violoncelo
que era romântico
e eu replicava sempre
nenhum adjectivo pertence às coisas
mas a cada um de nós
e tu ficavas confusa
porque não entendias
julgavas talvez
que as flores nascessem românticas
por força de uma lei qualquer
da natureza
um dia saberás que os adjectivos
são a única e exacta medida
da subjectividade
tudo o mais
repartimos com o universo.
Ademar
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
domingo, 10 de novembro de 2019
sábado, 9 de novembro de 2019
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Homicídio qualificado na forma tentada...
Pergunto
como pode
uma menina
que gerou
e deu à luz
na maior solidão
compreender
tanta ponpa
nas palavras?!
Maria José Meireles
como pode
uma menina
que gerou
e deu à luz
na maior solidão
compreender
tanta ponpa
nas palavras?!
Maria José Meireles
terça-feira, 5 de novembro de 2019
sábado, 19 de outubro de 2019
A poesia da matemática...
Há pontes difíceis de criar
e um "pica no chão"
vale mais do que trinta e um de aviário.
No conhecimento horizontal
diz-se tudo
enquanto que no conhecimento vertical
diz-se apenas o que se sabe.
O invariante é a matemática
que, sem objeto,
tanto serve para mentir
como serve para fazer poesia.
Algoritmos são lógica,
dados são álgebra,
construir um avião é preciso,
o tráfego aéreo continua descontrolado,
a criptografia é agora para todos,
a geração pós guerra revolucionou o mundo...
a ignorância persiste
e continuas à procura da poesia
que sabes ser o mais "sexy (desculpem)"
de tudo.
Maria José Meireles
e um "pica no chão"
vale mais do que trinta e um de aviário.
No conhecimento horizontal
diz-se tudo
enquanto que no conhecimento vertical
diz-se apenas o que se sabe.
O invariante é a matemática
que, sem objeto,
tanto serve para mentir
como serve para fazer poesia.
Algoritmos são lógica,
dados são álgebra,
construir um avião é preciso,
o tráfego aéreo continua descontrolado,
a criptografia é agora para todos,
a geração pós guerra revolucionou o mundo...
a ignorância persiste
e continuas à procura da poesia
que sabes ser o mais "sexy (desculpem)"
de tudo.
Maria José Meireles
domingo, 13 de outubro de 2019
Improviso para pedir esmola...
domingo, 6 de outubro de 2019
A fonte da minha aldeia
Inda pré-adolescente
Eu via que muita gente
À fonte ia buscar água
De cantarinho à cabeça
Transportavam água fresca
Sem qualquer tristeza ou mágoa.
Era a Fonte do Vale
No centro da povoação
Outra não havia igual
Naqueles tempos de então.
Aos domingos, à tardinha
Havia concentração
De quem para ali vinha
Nos dias quentes de verão.
Raparigas e rapazes
Encetavam namoricos
Eles, sempre mais audazes
Lançavam-lhe água aos salpicos.
E, com estas brincadeiras
Às vezes té dava certo
Conversas namoradeiras
E... casamento por perto.
Água da fonte, servia
Pra beber, pra cozinhar
Encanada, não havia
De cânt'ro a iam buscar.
Longínquos vão esses tempos
Que os mais velhos não esqueceram
Vivem-se hoje melhores momentos
Do que os que antecederam.
Eu via que muita gente
À fonte ia buscar água
De cantarinho à cabeça
Transportavam água fresca
Sem qualquer tristeza ou mágoa.
Era a Fonte do Vale
No centro da povoação
Outra não havia igual
Naqueles tempos de então.
Aos domingos, à tardinha
Havia concentração
De quem para ali vinha
Nos dias quentes de verão.
Raparigas e rapazes
Encetavam namoricos
Eles, sempre mais audazes
Lançavam-lhe água aos salpicos.
E, com estas brincadeiras
Às vezes té dava certo
Conversas namoradeiras
E... casamento por perto.
Água da fonte, servia
Pra beber, pra cozinhar
Encanada, não havia
De cânt'ro a iam buscar.
Longínquos vão esses tempos
Que os mais velhos não esqueceram
Vivem-se hoje melhores momentos
Do que os que antecederam.
Carmindo Ramos
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
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