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quarta-feira, 4 de maio de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 10 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
Improviso para sopa e sobremesa...
Todos os segredos têm
a urgência compassiva dos dedos
das tuas mãos
nesse chicote que golpeia a distância
na fronteira
entre os lugares que imaginamos
o contágio adoece por dentro
as ondulações do desejo irrespirável
há uma luz que ferve ainda mais no pudor
no silêncio
portas que se abrem e se fecham
sobre a imaterialidade da memória
nada na vida se repete
nascemos para renascer
todos os dias.
Ademar
a urgência compassiva dos dedos
das tuas mãos
nesse chicote que golpeia a distância
na fronteira
entre os lugares que imaginamos
o contágio adoece por dentro
as ondulações do desejo irrespirável
há uma luz que ferve ainda mais no pudor
no silêncio
portas que se abrem e se fecham
sobre a imaterialidade da memória
nada na vida se repete
nascemos para renascer
todos os dias.
Ademar
segunda-feira, 16 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
A professora que fez a diferença
Foi pelos meados do século XX que o Presidente do Tribunal de Sessões Especiais da cidade de Nova York foi expor as suas ideias sobre o tratamento aos criminosos primários.
Era uma conferência perante magistrados do Estado do Missouri e, em certo momento, ele afirmou que sua atitude, em relação à delinquência entre os jovens se originara de um tratamento inteligente e afetuoso que lhe dispensara uma de suas mestras.
Ele não lhe mencionou o nome. Mas, terminada a reunião o juiz Presidente da Corte Suprema do Missouri se aproximou e lhe perguntou se ele se referira à srta. Varner.
E continuou: Você verificará que alguns dos juízes aqui reunidos foram profundamente influenciados por ela.
Nada menos de quatro juízes vieram manifestar-se a respeito.
Um dos juristas mais respeitados da América, o juiz Laurance Hyde, lhe disse:
Ela foi uma professora maravilhosa.
Ensinava seus alunos a não se contentarem em aprender apenas o que estivesse no livro. Mas interrogassem o autor, que contestassem suas afirmativas, que procurassem conhecer melhor o assunto.
Assim, se descobria o prazer de aprender.
E ele que acreditara que somente para si ela fora a conselheira particular, que o guiara através do curso secundário. Depois, através do curso superior, até se formar em Direito.
Dava-se conta, agora, que essa mulher admirável como professora, vice-diretora e diretora, exercera a mesma influência sobre centenas de alunos que passaram por aquela escola.
E cada um deles a considerava a sua conselheira particular.
Generais, motoristas de táxi, fazendeiros, magistrados, cientistas, almirantes, senadores todos foram beneficiários do seu afeto e da sua dedicação.
Ela exerceu a sua influência sobre centenas de destinos.
Quando, na escola, havia um menino que todos os demais professores julgavam um indisciplinado incorrigível, ela afirmava: Não existe semelhante coisa.
E se encarregava do caso. Tratava o adolescente com tal amor e compreensão que a transformação se operava.
Era uma conferência perante magistrados do Estado do Missouri e, em certo momento, ele afirmou que sua atitude, em relação à delinquência entre os jovens se originara de um tratamento inteligente e afetuoso que lhe dispensara uma de suas mestras.
Ele não lhe mencionou o nome. Mas, terminada a reunião o juiz Presidente da Corte Suprema do Missouri se aproximou e lhe perguntou se ele se referira à srta. Varner.
E continuou: Você verificará que alguns dos juízes aqui reunidos foram profundamente influenciados por ela.
Nada menos de quatro juízes vieram manifestar-se a respeito.
Um dos juristas mais respeitados da América, o juiz Laurance Hyde, lhe disse:
Ela foi uma professora maravilhosa.
Ensinava seus alunos a não se contentarem em aprender apenas o que estivesse no livro. Mas interrogassem o autor, que contestassem suas afirmativas, que procurassem conhecer melhor o assunto.
Assim, se descobria o prazer de aprender.
E ele que acreditara que somente para si ela fora a conselheira particular, que o guiara através do curso secundário. Depois, através do curso superior, até se formar em Direito.
Dava-se conta, agora, que essa mulher admirável como professora, vice-diretora e diretora, exercera a mesma influência sobre centenas de alunos que passaram por aquela escola.
E cada um deles a considerava a sua conselheira particular.
Generais, motoristas de táxi, fazendeiros, magistrados, cientistas, almirantes, senadores todos foram beneficiários do seu afeto e da sua dedicação.
Ela exerceu a sua influência sobre centenas de destinos.
Quando, na escola, havia um menino que todos os demais professores julgavam um indisciplinado incorrigível, ela afirmava: Não existe semelhante coisa.
E se encarregava do caso. Tratava o adolescente com tal amor e compreensão que a transformação se operava.
O próprio Chefe de Polícia, mais de uma vez, levou à sua presença mocinhos acusados de prática de ilegalidades.
Eram atos sem grandes consequências, mas, ainda assim, contrários à lei.
Ela conversava com eles, e eles nunca mais se metiam em encrencas.
Calla Edington Varner, uma professora que fez a diferença. Como faz falta, nos dias em que vivemos, professores dessa qualidade.
Professores que tenham em mente seus deveres cívicos e lembrem que numa democracia todos importam.
E que cada um pode fazer a grande diferença, operando mudanças pequenas ou expressivas onde se encontre.
Com certeza, professores assim existem. E a esses, a nossa grande e especial homenagem.
Sobretudo os votos de que não esmoreçam, mesmo ante a indiferença de muitos, ou até observações desestimuladoras de que não vale o investimento.
Também nosso apelo aos que temos filhos na escola para que nos demos conta do esforço de heróis assim especiais, que se dedicam muito além do dever.
Heróis silenciosos nas salas de aula, horas e horas. Heróis dedicados em seus lares, preparando aulas, estudando, pesquisando.
Heróis que ensinam, que iluminam mentes, que alimentam corações com sua presença afetuosa e esclarecedora.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Saudação a uma professora, de Irving Ben Cooper, de Seleções Readers’s Digest, de outubro.1957.
Eram atos sem grandes consequências, mas, ainda assim, contrários à lei.
Ela conversava com eles, e eles nunca mais se metiam em encrencas.
Calla Edington Varner, uma professora que fez a diferença. Como faz falta, nos dias em que vivemos, professores dessa qualidade.
Professores que tenham em mente seus deveres cívicos e lembrem que numa democracia todos importam.
E que cada um pode fazer a grande diferença, operando mudanças pequenas ou expressivas onde se encontre.
Com certeza, professores assim existem. E a esses, a nossa grande e especial homenagem.
Sobretudo os votos de que não esmoreçam, mesmo ante a indiferença de muitos, ou até observações desestimuladoras de que não vale o investimento.
Também nosso apelo aos que temos filhos na escola para que nos demos conta do esforço de heróis assim especiais, que se dedicam muito além do dever.
Heróis silenciosos nas salas de aula, horas e horas. Heróis dedicados em seus lares, preparando aulas, estudando, pesquisando.
Heróis que ensinam, que iluminam mentes, que alimentam corações com sua presença afetuosa e esclarecedora.
Redação do Momento Espírita com base no artigo Saudação a uma professora, de Irving Ben Cooper, de Seleções Readers’s Digest, de outubro.1957.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
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