Mostrar mensagens com a etiqueta Raquel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Raquel. Mostrar todas as mensagens
domingo, 8 de dezembro de 2019
sexta-feira, 28 de junho de 2019
terça-feira, 28 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de maio de 2019
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Texto de opinião...
Desde pequena que tenho por hábito olhar para os mais pequenos pormenores e encará-los como lições de vida e este caso não foi uma exceção.
Estava no quinto ano, entrei na sala ainda com o manual de ciências na mão, tentava de todas as formas decorar a matéria, embora soubesse que estar a rever a matéria uns minutos antes do teste de nada me servia.
Dirigi-me ao meu lugar e arrumei o livro. Em cima da mesa aguardavam apenas a minha esferográfica azul, o lápis e a borracha, como sempre, toda riscada.
A insegurança que sentia naquele momento traduzia-se na borracha, outrora apenas riscada, que agora se multiplicava em pedaços mais pequenos, assim como no número invulgar de canetas que surgiam na minha mesa, para a eventualidade de alguma falhar. Por fim, já com o enunciado na mesa, a professora fez sinal para que começássemos.
Para ser sincera, não me lembro se o teste me correu bem ou mal. Apenas recordo o meu colega da frente que, à mínima distração da professora, retirou debaixo da mesa um papel rapidamente. Devido às circunstâncias, percebi do que se tratava. Confesso que fiquei algo aborrecida com o que havia sucedido. No entanto, ignorei e procurei concentrar-me no meu teste.
Uma semana depois, como de costume, a professora de ciências entrou na sala e escreveu o sumário: "Entrega e correção da ficha de avaliação". Inevitavelmente desencadeou uma onda de inquietação. Após cerca de dez minutos, já corriam pela sala os resultados e, consequentemente, o ruído aumentava exponencialmente só parando após a ameaça de trabalho de casa extra por parte da professora. Então o silêncio foi imediato.
Foi nesse momento que fui surpreendida com a notícia de que a melhor nota da turma havia sido do meu colega da frente.
Demorei algum tempo a refletir sobre o assunto e, por fim, cheguei à conclusão de que copiar, por vezes, é a solução e, para alguns, a única.
Estava no quinto ano, entrei na sala ainda com o manual de ciências na mão, tentava de todas as formas decorar a matéria, embora soubesse que estar a rever a matéria uns minutos antes do teste de nada me servia.
Dirigi-me ao meu lugar e arrumei o livro. Em cima da mesa aguardavam apenas a minha esferográfica azul, o lápis e a borracha, como sempre, toda riscada.
A insegurança que sentia naquele momento traduzia-se na borracha, outrora apenas riscada, que agora se multiplicava em pedaços mais pequenos, assim como no número invulgar de canetas que surgiam na minha mesa, para a eventualidade de alguma falhar. Por fim, já com o enunciado na mesa, a professora fez sinal para que começássemos.
Para ser sincera, não me lembro se o teste me correu bem ou mal. Apenas recordo o meu colega da frente que, à mínima distração da professora, retirou debaixo da mesa um papel rapidamente. Devido às circunstâncias, percebi do que se tratava. Confesso que fiquei algo aborrecida com o que havia sucedido. No entanto, ignorei e procurei concentrar-me no meu teste.
Uma semana depois, como de costume, a professora de ciências entrou na sala e escreveu o sumário: "Entrega e correção da ficha de avaliação". Inevitavelmente desencadeou uma onda de inquietação. Após cerca de dez minutos, já corriam pela sala os resultados e, consequentemente, o ruído aumentava exponencialmente só parando após a ameaça de trabalho de casa extra por parte da professora. Então o silêncio foi imediato.
Foi nesse momento que fui surpreendida com a notícia de que a melhor nota da turma havia sido do meu colega da frente.
Demorei algum tempo a refletir sobre o assunto e, por fim, cheguei à conclusão de que copiar, por vezes, é a solução e, para alguns, a única.
Vera Raquel Baptista Meireles
segunda-feira, 12 de junho de 2017
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Texto de opinião...
O tempo altera a forma como vemos e vivemos os acontecimentos...
De facto, o tempo pode mudar o mundo, pode mudar-nos a todos e a cada um de nós.
O tempo dá um fim a tudo à nossa volta e até a nós mesmos porque tudo acaba, tudo tem fim. Talvez esta não seja a melhor forma de olharmos para o tempo. Talvez pensarmos que tudo tem um fim nos limite assim como escrever um texto com um número de palavras definido, ou um limite de tempo onde temos de dar o nosso melhor ou então nos lembre de viver o agora intensamente.
Ora nos sentimos insatisfeitos com o tempo, ora nos sentimos cansados.
A angústia e a ânsia e viver, muitas vezes, quando somos mais novos, é mais intensa. Tudo à nossa volta é enorme e magnífico e no entanto o tempo pode mudar... Não que o tempo tire a magia, simplesmente ensina-nos a controlar a necessidade de viver tudo num momento. O tempo ensina-nos a aceitar o fim. Portanto, podemos dizer que o tempo amadurece.
Em suma, o tempo muda tudo o que está à nossa volta mas muda-nos essencialmente a nós e à forma como encaramos a vida e as situações que esta nos proporciona.
Vera Raquel Baptista Meireles
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
FRAGMENTO DA ÚLTIMA CARTA DE EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL
O AMOR…
Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.
Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.
Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.
É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o Amor.
Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.
O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.
O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.
O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.
Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.
Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.
Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Se no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.
Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.
Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.
Porém, cada individuo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.
Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta.
Seu pai,
Albert Einstein
Etiquetas:
Albert Einstein,
Elza Seixas,
Joel Gama,
Raquel
domingo, 19 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
O meu mundo...
sexta-feira, 6 de maio de 2016
domingo, 12 de julho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
domingo, 6 de julho de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















