Amigos, cento e dez, ou talvez mais,
Eu já contei. Vaidades que eu sentia:
Supus que sobre a terra não havia
Mais ditoso mortal entre os mortais!
Amigos, cento e dez! Tão serviçais,
Tão zelosos das leis da cortesia
Que, já farto de os ver, me escapulia
Às suas curvaturas vertebrais.
Um dia adoeci profundamente. Ceguei.
Dos cento e dez houve um somente
Que não desfez os laços quasi rotos.
Que vamos nós (diziam) lá fazer?
Se ele está cego não nos pode ver.
- Que cento e nove impávidos marotos!
Camilo Castelo Branco
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
sábado, 11 de setembro de 2021
Pensamento do dia...
Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência.
António Aleixo
sábado, 28 de dezembro de 2019
sábado, 13 de junho de 2015
Pensamento do dia...
O abismo pode ser um lugar onde a certeza absoluta se instalou...
Cândida Cabeço
Cândida Cabeço
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