quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Sem olhar para trás...
É tempo de morrer
é tempo de render
é tempo de ceder
começas onde termino
leste-me com sabedoria
própria de génio
é tempo de partir
sem dizer adeus
sem olhar para trás
para que aprendas
a coragem da luz.
Maria José Meireles
é tempo de render
é tempo de ceder
começas onde termino
leste-me com sabedoria
própria de génio
é tempo de partir
sem dizer adeus
sem olhar para trás
para que aprendas
a coragem da luz.
Maria José Meireles
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Pensamento do dia...
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Mestre Arièvlis
Mestre Arièvlis
sábado, 26 de novembro de 2011
Noite amiga...
Sou mar
és maré
por vezes tempestade
outras serenidade
mar sem maré
não é mar
maré sem mar
nada é.
Maria José Meireles
és maré
por vezes tempestade
outras serenidade
mar sem maré
não é mar
maré sem mar
nada é.
Maria José Meireles
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Se eu te pudesse dizer
Se eu te pudesse dizer
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.
Seu eu te pudesse dizer
o quanto te amo
Te daria grande prazer
e viverias nesse encanto.
Mas amar é meu segredo
O que nunca te direi
Pois sinto muito medo
E sei que te perderei.
Se soubesse compreender
O tamanho desse amor
Tu terias que entender
Que so quero seu calor.
Assim sigo meu caminhar
Te amando sem lei
E sempre a me perguntar
Aquilo que nem eu sei.
Fernando Pessoa
Etiquetas:
César Ramos,
Fernando Pessoa
A CRUZ A ROSA E A ROSACRUZ
Porque choras de que existe
A terra e o que a terra tem?
Tudo nosso – mal ou bem –
É fictício e só persiste
Porque a alma aqui é ninguém.
Não chores! Tudo é o nada
Onde os astros luzes são.
Tudo é lei e confusão.
Toma este mundo por strada
E vai como os santos vão.
Levantado de onde lavra
O inferno em que somos réus
Sob o silêncio dos céus,
Encontrarás a Palavra,
O Nome interno de Deus.
E, além da dupla unidade
Do que em dois sexos mistura
A ventura e a desventura,
O sonho e a realidade,
Serás quem já não procura.
Porque, limpo do Universo,
Em Christo nosso Senhor,
Por sua verdade e amor,
Reunirás o disperso
E a Cruz abrirá em Flor.
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A terra e o que a terra tem?
Tudo nosso – mal ou bem –
É fictício e só persiste
Porque a alma aqui é ninguém.
Não chores! Tudo é o nada
Onde os astros luzes são.
Tudo é lei e confusão.
Toma este mundo por strada
E vai como os santos vão.
Levantado de onde lavra
O inferno em que somos réus
Sob o silêncio dos céus,
Encontrarás a Palavra,
O Nome interno de Deus.
E, além da dupla unidade
Do que em dois sexos mistura
A ventura e a desventura,
O sonho e a realidade,
Serás quem já não procura.
Porque, limpo do Universo,
Em Christo nosso Senhor,
Por sua verdade e amor,
Reunirás o disperso
E a Cruz abrirá em Flor.
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