domingo, 23 de fevereiro de 2014

A pureza do amor

            Amor, vibras, como brisa acalentada, em todo o meu sentir.
            Desabrochas os rebentos que continuamente rejuvenescem e entravas o esmorecimento que, por vezes, apoquenta o meu pobre e fragilizado ser.
           
            És a fugacidade do desalento, da solidão, do desespero, da melancolia e de tudo o que magoa a minha alma.
            És a raiz do meu ser, o tronco do meu viver.
            És a segurança e o fortalecimento do meu caminhar.
            És a seiva pura dos nossos corações.
            És a semente que se propaga e se entrelaça nos nossos jardins. Floresce-os! Cria harmoniosos e simbióticos espaços paradisíacos.
           
            Amor, fica perpetuamente comigo e dá sempre amor aos nossos amores.          
            Amor, irradia a tua força, espalha o teu dom pacificador.
            Amor, abafa toda a brutalidade, toda a maldade, toda a mesquinhez.
            Amor, espalha o teu tão apetecível sopro, arejando todo o meu íntimo com o tesouro da tua pureza.
            Amor, não me deixes órfão, perpetua a tua existência.
            Amor, reina ininterruptamente nos nossos corações.

Salvador de Sousa, Professor
                                                                                    14 de fevereiro de 2014

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